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6 erros no Facebook e no Twitter que podem custar seu emprego

Category : Carreira, Facebook, Twitter

Travis Megale está feliz com seu emprego. Usuário habitual do Facebook, ele sabe como usar o site de forma apropriada e o que não dizer nem publicar. Infelizmente, muitos usuários do Facebook não pensam assim – e as demissões causadas por comportamento inadequado na rede social parecem ganhar cada vez mais manchetes.

Uma pesquisa recente da empresa de segurança de e-mail Proofpoint revelou que 7% das organizações já demitiram um empregado por causa de sua atividade em sites de mídia social. Outros 20% disseram que, por causa das redes sociais, empregados tiveram de ser advertidos. São estatísticas como essas que inspirou Megale a criar um grupo no Facebook, intitulado “Fired because of Facebook” (demitido por causa do Facebook).

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Personagem fictício do Facebook desmascara experts de segurança

Category : Facebook, LikedIn, Segurança, Twitter

“Sou hacker há mais de dez anos” diz o perfil de Robin Sage; uma menina bonita, criada apenas para mostrar que redes sociais podem ser um perigo.

Centenas de profissionais dos segmentos de segurança de TI, militares e pessoas ligadas à inteligência digital foram recentemente envergonhados por repartir informações privadas a uma personagem fictícia de nome “Robin Sage”. Ela mantinha perfis em redes sociais relevantes, se apresentava como expert em segurança digital do corpo de fuzileiros norte-americanos e foi criada com o único objetivo de expor os riscos do envolvimento com as redes sociais digitais.

Em uma conversa com a Computerworld, o “pai” de Robin, co-fundador da empresa Provide Security, Thomas Ryan, disse ter usado algumas fotos para dar um rosto e a aparência de uma pessoa normal no Facebook, no LikedIn e no Twitter. Dessa maneira, Robin, aficionada por informática e com formação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), virou um personagem quase real. Em seguida, ela criou conexões com mais de 300 contatos, entre homens e mulheres, todos oriundos do exército, de agências de inteligência, além de empresas de segurança da informação e companhias com contratos estabelecidos com o governo dos EUA.

De acordo com Ryan, o objetivo dessa ação era determinar a eficiência de redes sociais na execução de ações que visavam capturar dados confidenciais. 


As pessoas acreditam no que querem acreditar

Mesmo com vários sinais alarmantes – como a ausência de um currículo profissional nos últimos dez anos na vida da jovem de 25 anos – o esquema deu certo. Os contatos de Robin, representada graficamente com a imagem de Abby Scuito (personagem da série NCIS), começaram a surgir em menos de um mês. Vários amigos repartiram fotos e informações pessoais, alguns chegaram a convidá-la para conferências e até pediram que revisasse alguns documentos. Outros “amigos”, empregados em grandes empresas como a Lockheed Martin e na Google, chegaram a aventar possíveis contratações.

Se fosse sério

Se Robin fosse um espião, um agente externo, ela teria acesso a um volume grande de informações bastante úteis, diz Ryan. Na próxima semana, Ryan deverá apresentar os resultados do experimento durante a BlackHat Security Conference, em Las Vegas. Seguem trechos da entrevista concedida à Computerworld:

Computerworld: O que o motivou a fazer essa experiência?

Thomas Ryan: O motivo mais forte foi toda essa conversa sobre a guerra e espionagem digital, as coerências e as incoerências sobre esses assuntos. Eu estava interessado em ver quanta informação é possível extrair das pessoas via redes sociais. Também queria saber quem são as pessoas mais suscetíveis a clicar em algo que não conhecem direito. Me interessava saber com que velocidade um fenômeno desses se alastra. Pude descobrir que usar os nomes do MIT e das escolas preparatórias que freqüentei era uma boa maneira. Se as pessoas não lembrarem de você, não clicam. Então, é mais difícil entrar nesses círculos do que nos grupos de informação e segurança.

CW: E quantas conexões Robin conseguiu fazer?

T.R.: No Facebook, 226; no LInkedIn, 206; seguidores do Twitter, Robin conseguiu 204. As conexões do Facebook eram predominantemente militares e agentes de segurança; no LinkedIn, os contatos eram agentes de segurança e de inteligência. Os seguidores de Robin no Twitter eram, na maioria, hackers.

CW: E de onde surgiu a aproximação? Robin foi atrás de contatos ou deixou que estes viessem até ela?

T.R.: Foi um pouco dos dois. No começo, eu me aproximei de algumas pessoas. na maioria agentes de segurança. São eles que têm a maioria dos contatos. Essas pessoas costumam ser bastante abertas e muito sociáveis.

CW: Que tipo de informação foi possível obter via essas conexões?

T.R.: De todo tipo. Desde endereços de email até dados bancários. Eu vi os padrões de amizades que existiam. Os perfis do LinkedIn, por exemplo, apresentam mais contatos de negócios recentes.

CW: Por que você acredita que Robin fez tanto sucesso?

T.R.: Por ser bonita. Isso ajuda muito.

CW: E a maioria dos contatos era de homens?

T.R.: Sim. A relação era 82% de homens e 18% mulheres. Entre as mulheres, a maioria vinha do segmento de segurança, fazia promoções dos eventos e das conferências.

CW: Você acredita que uma figura masculina pudesse fazer tanto sucesso na rede?

T.R.: Depende de como é apresentado.

CW: Qual foi a providência tomada pelo Facebook ao ver que seu personagem não era real?

T.R.: Eles deletaram minha página pessoal e a da Robin. Disseram que devido “a questões de segurança”, eu não seria mais autorizado a usar o Facebook. O LinkedIn deletou minha pagina, mas, uma cópia em cachê ainda existe no Google.

CW: E qual é a grande descoberta do projeto?

T.R.: É que não se deve adicionar quem não se conhece. A mesma tática foi usada para se infiltrar em uma base secreta israelense. As pessoas da base eram as únicas em uma página particular do Facebook. Houve quem tivesse conseguido entrar para o grupo e receber informações sigilosas.

CW: Mais algum comentário?

T.R.: Jamais consegui estabelecer qualquer relação com pessoas da CIA ou do FBI. Eu bem que tentei. Quando o experimento estava chegando ao fim, percebi um aumento incrível de pessoas do Oriente Médio acessando a página de Robin, na busca por informações do governo e dos sistemas. Não que eu tenha ficado assustado, mas é difícil ignorar uma coisa dessas.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/22/personagem-ficticio-do-facebook-consegue-informacoes-de-seguranca-e-desmascara-experts/

Hacker que invadiu contas de Obama e Britney no Twitter é condenado

Category : Segurança, Twitter

A justiça da França condenou na  noite desta quinta-feira (24) a cinco meses de liberdade condicional o jovem francês acusado de invadir as contas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da cantora Britney Spears, em 2009.

François Cousteix, de 23 anos, mostrou-se aliviado com a pena e não apelará da decisão do Tribunal de Clemont-Ferrand.

A sentença, no entanto, é mais dura que a solicitada pelo Ministério Fiscal, que havia pedido apenas dois meses de pena por um delito que poderia ter custado até dois anos de prisão ao hacker. Cousteix também invadiu a conta de Evan Williams, criador do Twitter.

O jovem, que tem diploma de formação profissional em Eletrônica, se defendeu diante do Tribunal alegando que não tinha destruído nada e que seu delito foi uma “ação preventiva para alertar os internautas” sobre a escolha de suas senhas de acesso.

Em algumas ocasiões, não é necessário hackear a conta na rede social, basta fingir que se esqueceu da senha e responder a uma pergunta de segurança, que pode ser tão óbvia como a cidade de nascimento do titular ou o nome de seu animal de estimação.

Cousteix foi detido em 24 de março deste ano pelas polícias francesa e americana especializadas em crimes na internet.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/hacker-que-invadiu-conta-de-obama-e-britney-no-twitter-e-condenado.html

Hackers usam códigos Javascript para atacar usuários do Twitter

Category : Segurança, Twitter

Assuntos como Copa do Mundo e conflitos na Faixa de Gaza são iscas para instalar spywares e trojans no computador do internauta.

A Trend Micro identificou uma ameaça potencialmente perigosa que utiliza código Javascript para prejudicar usuários do Twitter. É a primeira vez que tal estratégia é utilizada, especificamente, contra os membros do microblog.

Segundo a empresa de segurança digital, o ataque, basicamente, é uma adaptação dos phishings presentes em mensagens eletrônicas, alternativa muito popular entre criminosos virtuais nos últimos anos. Segundo Rik Ferguson, da equipe de pesquisa da Trend, tanto documentos em PDF quanto arquivos executáveis estão sendo usados como isca para enganar os internautas.

“O programa espião, ao ser instalado na máquina, procura baixar outros malwares. Estamos investigando”, afirmou.

Para convencer os usuários a clicar no link infectado, os hackers se aproveitam dos assuntos que se encontram em destaque no cenário mundial. Em junho, por exemplo, os problemas na Faixa de Gaza e a Copa do Mundo foram os eleitos.

A precaução que os usuários da rede social devem ter não difere da postura recomendada para outros ambientes da internet: “O melhor é não clicar em links enviados por pessoas desconhecidas, nunca se sabe o que há no endereço de destino. Essa não é a primeira ameaça no Twitter e, com certeza, não será a última”, conclui Ferguson.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/06/17/hackers-usam-codigos-javascript-para-atacar-usuarios-do-twitter/

Em 2010, redobre os cuidados com o encurtamento de URLs no Twitter

Category : Malwares, Segurança, Twitter

Essa é uma das modalidades de ameaças virtuais que devem ser mais utilizadas por criminosos virtuais, segundo a Symantec.

As tendências para 2010 no que se refere às ameaças virtuais passam pelo aumento no número de ocorrências com softwares fraudulentos, infecção de serviços de encurtamento de URLs – recurso muito utilizado no Twitter para compactar endereços de internet -, spams em serviços de comunicação instantânea em vários idiomas, incluindo o português.

Os perigos digitais também envolvem o que os especialistas chamam de malware especializado, que pode ser entendido como o uso de códigos maliciosos destinados a serviços específicos, como smartphones e caixa eletrônicos.

Esse é o resumo do cenário que a empresa de segurança Symantec projeta para o próximo ano.

Muitas das ameaças já são conhecidas. O que chama atenção da companhia é a sofisticação e a perspectiva de aumento no número de determinadas ocorrências.

“O uso de URLs mascaradas vai crescer, porque envolve uma grande utilização por parte das pessoas.  A intenção é enganar o usuário ao fazê-lo pensar que irá acessar determinado site, quando na verdade ele será direcionado para um local infectado”, afirma o diretor de engenharia da Symantec, Paulo Vendramini.

“Outra modalidade que merece atenção é o uso de softwares fraudulentos. Nesse caso, os criminosos vendem programas que pretensamente são de segurança, mas que tem o objetivo real de roubar senhas e outros dados do usuário“, diz.

“Deve-se observar que há uma especialização no perfil das ameaças. Assim, códigos maliciosos para smartphones também se mostram comuns gora”.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/25/em-2010-tome-cuidado-com-servicos-de-encurtamento-de-urls-e-softwares-fraudulentos/

O que você precisa saber sobre segurança nas redes sociais

Category : Facebook, Segurança, Twitter

Você se sente seguro ao navegar por sites de mídia social? Caso tenha respondido que não, saiba que não está sozinho.

Você ou alguém dentro de sua empresa participa de redes sociais e as acessa por meio da infraestrutura de tecnologia da informação do trabalho? Sente-se seguro com esse tipo de acesso? Se você disse que não, saiba que não está sozinho.De acordo com pesquisa da empresa de segurança Sophos, divulgada no começo de maio, 63% das corporações do mundo têm medo de que as comunidades de web 2.0 tragam riscos de segurança às infraestruturas corporativas.

Apesar disso, boa parte das companhias permite acesso total a ferramentas colaborativas. A análise mostra que 43% delas dão possibilidade de uso do Facebook, 50% do Twitter, 49% do MySpace e 52% do LinkedIn.

Para o vice-presidente para a América Latina e o Caribe da empresa de segurança Kaspersky, Alejandro Stetson, os usuários confiam demais nos conteúdos que visualizam nessas redes e não tomam cuidados básicos. “Mesmo em comunidades mais específicas, como o LinkedIn, a atenção deve ser redobrada. Os profissionais de tecnologia da informação têm toda razão em se preocupar com acessos a esse tipo de site”, afirma.

Links

As ameaças podem vir das mais diversas fontes, desde ataques gerais, com links para códigos maliciosos, até ações mais direcionadas, voltadas a atingir determinadas empresas. É importante ter em mente que os criminosos estão cada vez mais sofisticados e especializados em enganar funcionários com mensagens aparentemente inofensivas e até por meio de engenharia social.

Outro exemplo dos males que as redes podem trazer é o Twitter. A ferramenta passou por uma situação que expôs todo o seu risco. Um cracker explorou uma vulnerabilidade na ferramenta para rodar uma aplicação em Java Script que infectava o perfil e o computador de quem os acessava. “Com isso, o usuário ficava exposto ao sequestro de browser, podendo receber arquivos maliciosos e, por consequência, colocar o ambiente corporativo sob grande risco”, relata Gabriel Menegatti, diretor de tecnologia da empresa de segurança F-Secure.

Diante disso, o departamento de tecnologia pode ter duas atitudes: bloquear o acesso às ferramentas ou utilizar meios de proteger a infraestrutura da empresa com ações de conscientização e monitoramento constante da rede. Em ambientes em que as redes sociais são importantes para o trabalho, o bloqueio não é uma opção. Resta seguir à risca as melhores práticas da segurança corporativa e implantar uma cultura entre os usuários.

Gerenciamento

Para Denny Roger, especialista em segurança da empresa da área Safenet, não dá para prescindir de um bom gerenciamento de antivírus, firewall e outras soluções que evitam a entrada de malwares na empresa. “O que deveria ser feito com mais constância e que poucas empresas fazem é um processo diário de análise das vulnerabilidades e dos riscos e como esses elementos podem afetar a infraestrutura da corporação”, afirma.

Disseminar a cultura de segurança é algo um pouco mais complexo, já que não depende de técnicos e sim de ações educativas constantes. Segundo Marcos Prado, gerente de canais da Websense, a melhor forma de começar não é necessariamente falando de riscos técnicos, mas divulgando as maneiras mais seguras de se transmitir informações. “A abordagem de segurança das companhias deve estar cada vez menos centrada em detalhes de infraestrutura e mais concentrada em um tratamento adequado das informações”, atesta.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/09/18/o-que-voce-precisa-saber-sobre-seguranca-nas-redes-sociais/

Twitter sofre ataque e sai do ar

Category : Internet, Segurança, Twitter

Blog de status do Twitter afirma que está se defendendo de ataque de negação de serviço. Site está fora do ar desde a manhã desta quinta (6/8).

O serviço de microblog Twitter enfrenta sérios problemas nesta quinta-feira (6/8). Às 10h, aproximadamente, o serviço caiu e permaneceu assim até o meio-dia. A partir de então, alterna momentos de funcionamento com novas quedas.

No blog que apresenta o status do serviço, o Twitter afirma apenas que “está se defendendo de um ataque de negação de serviço”.

Por volta do meio-dia (horário de Brasília), uma atualização foi publicada dizendo que o site tinha voltado, mas que a equipe do Twitter continuava em estado de alerta contra novas investidas.

Um ataque de negação de serviço, ou Denial of Service (DoS), envia um grande volume de tráfego para um site que, então, fica sobrecarregado. Enquanto alguns usuários continuam conseguindo acessá-lo, a maioria não consegue ver nada além de uma mensagem de que o tempo de resposta já ultrapassou o limite.

A última interrupção do Twitter havia ocorrido no dia 16 de junho, quando o site ficou fora do ar por uma hora para manutenção programada.

O Twitter  se transformou numa espécie de Procon digital. Toda vez que um serviço fica fora do ar -  de empresa, governos ou da própria internet-, ele se transforma em um fórum em tempo real para reclamação por parte dos internautas.

Quando isso acontece, os usuários costumam usar a hashtag #fail (de falha em inglês), como uma forma de facilitar a busca de outras pessoas que estão enfrentando o mesmo problema.

O Twitter gem cerca de 44 milhões de usuários no mundo, número superior ao da população de países como a Argentina  (41 milhões) e quase igual ao da Colômbia ( 45 milhões).

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/08/06/twitter-esta-fora-do-ar-por-suposto-ataque-de-negacao-de-servico/

Conheça os 5 golpes mais populares no Facebook e no Twitter

Category : Facebook, Segurança, Twitter

As redes sociais se tornam mais populares e, com elas, cresce o número de golpes e fraudes online. Conheça 5 ameaças que você deve evitar.

Cerca de três em cada dez usuários de redes sociais já experimentaram alguma forma de ameaça online como infecção por vírus ou tentativa de golpe, de acordo com uma recente pesquisa da empresa de segurança Webroot.

> 63% das empresas temem roubo de dados

Conforme aumenta a popularidade das redes sociais, elas se tornam mais atrativas aos criminosos que buscam gerar lucro a partir de fraudes na web.

Selecionamos cinco dos mais populares golpes detectados recentemente por analistas de segurança em serviços como o Facebook e Twitter. Confira:

1. Detalhes secretos sobre a morte de Michael Jackson
Notícias de celebridades sempre serão usadas por criminosos porque eles sabem que as pessoas adoram fofoca. O mais notável e recente episódio do tipo, a morte do ídolo pop Michael Jackson, já foi o tema de milhares de e-mails maliciosos que contém vírus em arquivos anexados, de acordo com empresas de segurança como a Sophos.

Tipicamente, mensagens maliciosas no Twitter e Facebook relacionam notícias de celebridades com links que, supostamente, possuem “informações secretas”. No caso de Jackson, algumas fraudes também prometem canções inéditas do astro e incentivam os usuários a fazerem downloads.

Outra prática comum dos ataques é oferecer uma atualização do software Adobe Flash para reproduzir o vídeo. Em vez de atualização, o arquivo instala um cavalo-de-troia ou outro programa malicioso no computador da vítima.

“Talvez o mais famoso vírus seja o twitter-suspende-contas-de-usuarios-afetados-pelo-virus-koobface”>Koobface”, disse o consultor sênior da Sophos Graham Cluley. “Tem havido mais alternativas no modo de roubar dados do seu computador. Uma vez comprometido, seu PC pode ser usado para envio de e-mails indesejados (spam), instalação de programas espiões (spyware), roubo de identidade ou ativação de ataques de negação de serviço”, explicou.

2. Estou numa cilada em Paris! Por favor, envie dinheiro
Essa fraude já foi reportada há vários meses, mas continua rodeando o Facebook: Um amigo envia, pelo comunicador instantâneo da rede social, uma mensagem dizendo que caiu numa armadilha em algum país estrangeiro e foi assaltado ou perdeu sua carteira num acidente. Ele precisa de dinheiro para voltar para casa rapidamente.

A pessoa do outro lado, na verdade, é um criminoso virtual que invadiu a conta de seu amigo.

“Geralmente chegam e-mails dizendo ‘apenas forneça seus dados bancários que nós faremos o depósito’. Os criminosos por trás desse golpe já ganharam milhões”, disse Cluley. O analista afirma que muitos golpes usam o nome do cônjuge ou dos filhos da vítima para fazer o e-mail parecer mais legítimo.

3. Meu Deus! Você viu essas fotos?
Tanto no Facebook quanto no Twitter – e também para usuários do Orkut – as fraudes que envolvem a pergunta acima são muito comuns. Atraindo a atenção por uma foto na qual o usuário supostamente aparece, ele é levado a uma tela falsa para login e senha. Essa página imita o Facebook mas, na verdade, rouba os dados inseridos.

Variações do golpe também usam frases como “É verdade o que disseram sobre você nesse blog”?, que leva a uma falsa página do Twitter que também rouba login e senha.

A dica é: se seu navegador apontar para outro endereço que não inicie por facebook.com ou twitter.com, saia do site imediatamente.

4. Teste seu QI
Membros do Facebook que decidiram recentemente usar um aplicativo que oferecia testes de quociente de inteligência (QI) foram surpreendidos negativamente ao perceberem que assinaram, sem querer, um serviço que custa 30 dólares ao mês.

O IQ Test parece com qualquer outro joguinho de perguntas (quiz) do Facebook. Porém, uma vez completado, pede ao usuário que insira o número do celular para receber os resultados. Com isso o usuário é cadastrado em um serviço de mensagens de texto. Muitas vítimas dizem que os termos de serviço são em letras tão pequenas que é quase impossível percebê-los.

Este é apenas um dos muitos exemplos de aplicativos do Facebook sendo usados para disseminar vírus nos computadores dos usuários.

Comunidades falsas
Nos Estados Unidos, uma comunidade do Facebook se dizia ser da área de recrutamento da Universidade de Butler, no estado de Indiana, voltada a alunos secundários que pretendiam entrar ingressar na instituição em 2013. A comunidade, na verdade, não pertencia à universidade e poderia estar sendo usada para roubar dados dos estudantes.

A melhor forma de evitar o perigo de entrar em comunidades falsas seria ignorar convites para comunidades enviados por usuários que não se conheça, afirmam os especialistas. Além de captar dados, é comum que nesses falsos grupos os usuários iniciem chats com os membros que instalam softwares maliciosos no PC da vítima.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/07/22/conheca-os-5-golpes-mais-populares-no-facebook-e-no-twitter/

Encurtamento de urls e seus perigos

Category : Segurança, Twitter

Ola pessoal,

Já faz algum tempo que estou observando o crescimento de empresas que fazem o encurtamento de urls, para atender as deficiências de microblogs como o Twitter que não suportam urls completas por causa de sua limitação de caracteres no campo de texto. Só que até agora das empresas que analisei nenhuma se mostrou preocupa o suficiente na verificação das urls, no sentido de comparar com uma black list de sites maliciosos ou coisa do gênero.

Na minha opinião um dos maiores erros de segurança dos microblogs é utilizar esse tipo de recurso, ainda mais por ser de terceiros.

O que eles poderiam fazer é criar um sistema para analisar as urls e remover automaticamente aquelas que forem consideradas perigosas que levam o usuário a sites maliciosos e também transformar os encurtamentos de urls nas urls verdadeiras.

Qual a sua opinião?

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