Últimos Posts

IE8 alcança marca de um bilhão de malwares bloqueados Para efeito de comparação, em agosto de 2009, o navegador havia interrompido apenas 70 milhões de downloads, disse a Microsoft. O filtro de segurança...

Read more

Personagem fictício do Facebook desmascara experts de segurança "Sou hacker há mais de dez anos" diz o perfil de Robin Sage; uma menina bonita, criada apenas para mostrar que redes sociais podem ser um perigo. Centenas...

Read more

Aplicativos da Apple são mais vulneráveis que os da Microsoft, diz estudo Um estudo divulgado pela empresa de segurança dinamarquesa Secunia revelou que os aplicativos da Apple são mais vulneráveis que os da Microsoft....

Read more

Com novo método, Microsoft Research descomplica criação de senhas seguras Técnica proposta por pesquisadores usa controle estatístico para barrar senhas 'populares', que poderiam ser alvo de ataques de adivinhação. Cansado...

Read more

Qualys lança verificador de segurança para navegadores web A nova ferramenta identifica e ajuda a corrigir falhas em complementos que estão desatualizados no IE, Firefox e Chrome. A Qualys lançou uma ferramenta...

Read more

Boletim de Segurança da Microsoft de Julho/2010

Category : Boletim de Segurança, Segurança

Ola pessoal,

A Microsoft está disponibilizando 4 (quatro) novos boletins de segurança para vulnerabilidades recém-descobertas:

Número do Boletim Título do Boletim Severidade Máxima Impacto da Vulnerabilidade Requisitos de Reinicialização Softwares Afetados
MS10-042 Vulnerabilidade no Centro de Ajuda e Suporte Pode Permitir Execução Remota de Código (2229593) Crítico Execução Remota de Código Pode exigir a reinicialização Microsoft Windows XP e Windows Server 2003.
MS10-043 Vulnerabilidade no Driver de Vídeo Canônico Pode Permitir Execução Remota de Código (2032276) Crítico Execução Remota de Código Requer a reinicialização Microsoft Windows 7 para sistemas x64 e Windows Server 2008 R2 para sistemas x64.
MS10-044 Vulnerabilidades nos Controles ActiveX do Microsoft Office Access Podem Permitir Execução Remota de Código (982335) Crítico Execução Remota de Código Pode exigir a reinicialização Microsoft Office Access 2003 e Office Access 2007.
MS10-045 Vulnerabilidade no Microsoft Office Outlook Pode Permitir Execução Remota de Código (978212) Importante Execução Remota de Código Pode exigir a reinicialização Microsoft Office Outlook 2002, Office Outlook 2003 e Office Outlook 2007.
Obs: A lista de softwares afetados na tabela é um resumo.Para conferir a lista completa de componentes afetados acesse o boletim e consulte a seção Softwares Afetados.

O resumo deste novo boletim está disponível na seguinte página (digite em seu browser):

http://www.microsoft.com/brasil/technet/security/bulletin/MS10-jul.mspx (em português)

http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/MS10-jul.mspx (em inglês)

Regra de segurança número um: considere-se hackeado

Category : Segurança

Assumir que os sistemas da empresa tenham sido invadidos é o primeiro passo para a adoção de políticas efetivas de segurança de dados.

Um artigo recente da revista Forbes aconselhou aos leitores assumir que as empresas para as quais trabalham já foram hackeadas. Alguns leitores têm pedido minhas considerações a respeito, e eis o que penso: o artigo pode até ter exagerado no tom, mas no fim das contas a proposição é bastante apropriada. Boa parte das empresas são ativamente hackeadas e seus dados confidenciais são roubados e repassados a terceiros.

Há os que dirão que tais afirmações são imprecisas e sem fundamento, e se perguntarão onde estão as provas que lhes serviriam de base. É verdade. Não há dados ou pesquisas que sustentem a conclusão. Levantamentos e entrevistas só podem medir os incidentes de segurança conhecidos; é difícil medir os desconhecidos. Mas, no último caso, sobram evidências circunstanciais.

Não posso dizer quando isso ocorreu. Mas, no decorrer dos últimos dois ou três anos, me dei conta de que todas as companhias nas quais trabalhei foram hackeadas. E esse sentimento vai além da minha própria experiência pessoal. Pergunte a qualquer consultor de segurança da informação que tenha contato com uma boa base de clientes e eles lhe dirão a mesma coisa: “Sim, toda empresa é hackeada!”.

Mas o nível da invasão pode diferir entre as empresas de diferentes tamanhos. Toda empresa é invadida no sentido que elas provavelmente têm um ou mais computadores onde estão instalados algum programa malware, zumbi ou Trojan.

Alvo de interesse
Se a empresa tem tamanho que desperta interesse ou atua numa indústria que depende de dados extremamente valiosos (por exemplo, uma que concorra com empresas estrangeiras, escritórios de advocacia, ou indústrias militares), é bem provável que um hacker malicioso tenha instalado vários programas do tipo backdoor e enviado lotes de dados sigilosos para outros locais.

Nas grandes empresas que visitei, os hackers chegaram a configurar programas que procuravam automaticamente por novos arquivos e pastas e enviavam para o site remoto apenas as informações alteradas. Essas empresas mal sabiam que tinham um serviço de “backup offsite”.

Toda empresa com a qual lidei tinha dúzias de grandes vulnerabilidades de segurança. Os empregados de TI com os quais conversei admitiam que as defesas das empresas nas quais trabalhavam eram aplicadas de modo irregular e que sabiam de buracos de segurança muito maiores, que nem eu havia encontrado em minha limitada pesquisa. Raramente essas questões de segurança são novidade; a maioria tem vários anos e são bem conhecidas pelos gerentes de TI.

Há uma chance de que sua empresa não tenha sido hackeada. Mas, no ambiente hiperativo do crime cibernético da atualidade, isso é improvável. Se você ainda não foi hackeado, ou é extremamente bom (com uma gestão perfeita de suporte e recursos) ou sortudo.

O que fazer
Então como isso deveria afetar seu comportamento e suas táticas? Primeiro, e apesar de parecer estranho, provavelmente não será uma má ideia avisar o gerenciamento sênior de TI desse risco, isso se você já não o tiver feito. Se eles reagirem mal, mostre a eles este texto (ou o artigo da Forbes), e faça uma lista das principais questões de segurança que há anos permanecem abertas na empresa.

Segundo: o melhor jeito de prevenir invasões é travar as estações de trabalho e os servidores e permitir que apenas software pré-aprovado rode neles. A maioria dos departamentos de TI não tem ideia sobre o que roda em todos os computadores sob seu controle. Use um programa de inventário de software ou de controle de aplicativos para se informar sobre o que está em uso, revise cada programa ativo, aprove o que seja necessário e impeça o resto de funcionar. Se você não puder tomar essa medida, então a batalha estará provavelmente perdida – mas há outras ações que poderão ser seguidas, embora menos efetivas.

Uma das principais técnicas consiste em monitorar ativamente o tráfego da rede e buscar por grandes quantidades de dados sendo transferidas para destinos desconhecidos, ou entre computadores que não deveriam ter comunicação entre si. É bastante comum que os hackers copiem dados internamente para um computador centralizado antes de comprimi-los e enviá-los a um local externo. Há muitas ferramentas, bem como produtos que previnem e detectam vazamento de dados, que podem ajudá-lo com essas tarefas de mensuração e alerta.

Como sempre, sou grande fã de computadores “honeypot”, que ficam num canto, sem fazer nada, esperando alertá-lo quando alguém inadvertidamente tenta fazer logon. Os hackers podem ser bons, mas ainda estou para encontrar um que, antes de usar suas técnicas de invasão, não tente pelo menos um logon.

Isca falsa
Algumas empresas introduzem, em suas redes, conjuntos de dados apenas para chamar a atenção, para que possam ajudá-los depois na identificação de dados que possam ter vazados pra fora da empresa. Algumas vezes isso é tão simples quanto criar alguns endereços falsos de e-mail que nunca serão usados. Outros esquemas chegam ao ponto de criar registros de dados, projetos e até empresas completamente fictícias.

Uma das empresas para as quais trabalhei atuava no ramo de pescados. Seus bancos de dados internos continham um cliente inexistente, porém completamente documentado. A empresa fictícia recebeu um número de telefone sem uso (registrado em nome da empresa-pai) e um endereço que pertencia a uma de suas subsidiárias. Mas nenhuma dessas informações existiam fora do ambiente interno de TI da minha cliente.

Um dia, a empresa falsa começou a receber e-mails e chamadas telefônicas de uma concorrente da companhia de pescados. O caso foi investigado e, no processo, eles descobriram um sofisticado e singular programa Trojan que havia sido instalado em seu principal servidor de banco de dados. O programa tinha estado lá por tanto tempo que o pessoal de TI já o tinha incluído na “imagem dourada” – a cópia utilizada internamente para a criação de servidores de bancos de dados. Agora eles têm um sólido controle de mudanças e uma lista de todos os programas rodando em cada servidor e estação de trabalho.

Mesmo se não tiver sido hackeado de verdade, você deveria agir como se tivesse e, dessa forma, decidir o que faria de diferente para combater os hackers. No fim, é o que todos acabaremos por fazer um dia.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/14/regra-de-seguranca-numero-1-considere-se-hackeado/

Correção de um só clique, a defesa do Windows XP contra ataque global

Category : Segurança, Windows XP

Microsoft ofereceu uma forma de contornar a falha no Windows XP que tem levado, nos últimos dias, à invasão de milhares de PCs pelo mundo.

Desde a divulgação da falha, feita pelo engenheiro da Google Tavis Ormandy, cibercriminosos deram início a uma onda de ataques que exploram a vulnerabilidade. A própria Microsoft afirmou que mais de 10 mil PCs foram comprometidos. Segundo a empresa, o Brasil foi um dos países mais atingidos.

“No começo, víamos apenas atividades de pesquisadores, que testavam provas-de-conceito. Mas a partir de 15 de junho as primeiras explorações reais da falha apareceram”, afirmou a Microsoft, em blog.

O componente com falha é o software do Windows Help and Support Center (Centro de Suporte e Ajuda do Windows), que vem com o Windows XP.

Ormandy foi criticado por profissionais ligados a segurança, por não ter dado à Microsoft mais tempo para corrigir a falha. Ele avisou a dona do Windows em 5 de junho e, cinco dias depois, divulgou detalhes da falha, supostamente depois de falhar em convencer a empresa a corrigir o problema dentro de 60 dias.

Em um aviso de segurança, a Microsoft afirmou que tem estudado o problema, e pode divulgar uma correção fora de calendário para corrigir a falha.

“A Microsoft está ciente de ataques ativos, localizados e limitados que exploram essa falha. Baseado nas amostras analisadas, os sistemas Windows Server 2003 não estão atualmente sob risco desses ataques. A Microsoft tem monitorado ativamente esta situação para manter os consumidores informados e para fornecer orientação quando necessário”, diz o aviso.

No entanto, até o momento a Microsoft tem aconselhado a quem tem um PC sob risco que use uma ferramenta de correção de um só clique, para desligar os protocolos do Centro de Ajuda.

Outra opção é desligar manualmente o HCP, clicando no menu Iniciar, comando Executar. Escreva Regedit e clique em OK. Depois de expandir a pasta HKEY_CLASSES_ROOT, marque a chave HCP. Então, dê um clique na chave HCP com o botão direito e escolha Delete.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/02/correcao-de-um-so-clique-a-defesa-do-windows-xp-contra-ataque-global/

Hacker que invadiu contas de Obama e Britney no Twitter é condenado

Category : Segurança, Twitter

A justiça da França condenou na  noite desta quinta-feira (24) a cinco meses de liberdade condicional o jovem francês acusado de invadir as contas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da cantora Britney Spears, em 2009.

François Cousteix, de 23 anos, mostrou-se aliviado com a pena e não apelará da decisão do Tribunal de Clemont-Ferrand.

A sentença, no entanto, é mais dura que a solicitada pelo Ministério Fiscal, que havia pedido apenas dois meses de pena por um delito que poderia ter custado até dois anos de prisão ao hacker. Cousteix também invadiu a conta de Evan Williams, criador do Twitter.

O jovem, que tem diploma de formação profissional em Eletrônica, se defendeu diante do Tribunal alegando que não tinha destruído nada e que seu delito foi uma “ação preventiva para alertar os internautas” sobre a escolha de suas senhas de acesso.

Em algumas ocasiões, não é necessário hackear a conta na rede social, basta fingir que se esqueceu da senha e responder a uma pergunta de segurança, que pode ser tão óbvia como a cidade de nascimento do titular ou o nome de seu animal de estimação.

Cousteix foi detido em 24 de março deste ano pelas polícias francesa e americana especializadas em crimes na internet.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/hacker-que-invadiu-conta-de-obama-e-britney-no-twitter-e-condenado.html

Hackers usam códigos Javascript para atacar usuários do Twitter

Category : Segurança, Twitter

Assuntos como Copa do Mundo e conflitos na Faixa de Gaza são iscas para instalar spywares e trojans no computador do internauta.

A Trend Micro identificou uma ameaça potencialmente perigosa que utiliza código Javascript para prejudicar usuários do Twitter. É a primeira vez que tal estratégia é utilizada, especificamente, contra os membros do microblog.

Segundo a empresa de segurança digital, o ataque, basicamente, é uma adaptação dos phishings presentes em mensagens eletrônicas, alternativa muito popular entre criminosos virtuais nos últimos anos. Segundo Rik Ferguson, da equipe de pesquisa da Trend, tanto documentos em PDF quanto arquivos executáveis estão sendo usados como isca para enganar os internautas.

“O programa espião, ao ser instalado na máquina, procura baixar outros malwares. Estamos investigando”, afirmou.

Para convencer os usuários a clicar no link infectado, os hackers se aproveitam dos assuntos que se encontram em destaque no cenário mundial. Em junho, por exemplo, os problemas na Faixa de Gaza e a Copa do Mundo foram os eleitos.

A precaução que os usuários da rede social devem ter não difere da postura recomendada para outros ambientes da internet: “O melhor é não clicar em links enviados por pessoas desconhecidas, nunca se sabe o que há no endereço de destino. Essa não é a primeira ameaça no Twitter e, com certeza, não será a última”, conclui Ferguson.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/06/17/hackers-usam-codigos-javascript-para-atacar-usuarios-do-twitter/

Related Posts with Thumbnails