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Personagem fictício do Facebook desmascara experts de segurança

Category : Facebook, LikedIn, Segurança, Twitter

“Sou hacker há mais de dez anos” diz o perfil de Robin Sage; uma menina bonita, criada apenas para mostrar que redes sociais podem ser um perigo.

Centenas de profissionais dos segmentos de segurança de TI, militares e pessoas ligadas à inteligência digital foram recentemente envergonhados por repartir informações privadas a uma personagem fictícia de nome “Robin Sage”. Ela mantinha perfis em redes sociais relevantes, se apresentava como expert em segurança digital do corpo de fuzileiros norte-americanos e foi criada com o único objetivo de expor os riscos do envolvimento com as redes sociais digitais.

Em uma conversa com a Computerworld, o “pai” de Robin, co-fundador da empresa Provide Security, Thomas Ryan, disse ter usado algumas fotos para dar um rosto e a aparência de uma pessoa normal no Facebook, no LikedIn e no Twitter. Dessa maneira, Robin, aficionada por informática e com formação no MIT (Massachusetts Institute of Technology), virou um personagem quase real. Em seguida, ela criou conexões com mais de 300 contatos, entre homens e mulheres, todos oriundos do exército, de agências de inteligência, além de empresas de segurança da informação e companhias com contratos estabelecidos com o governo dos EUA.

De acordo com Ryan, o objetivo dessa ação era determinar a eficiência de redes sociais na execução de ações que visavam capturar dados confidenciais. 


As pessoas acreditam no que querem acreditar

Mesmo com vários sinais alarmantes – como a ausência de um currículo profissional nos últimos dez anos na vida da jovem de 25 anos – o esquema deu certo. Os contatos de Robin, representada graficamente com a imagem de Abby Scuito (personagem da série NCIS), começaram a surgir em menos de um mês. Vários amigos repartiram fotos e informações pessoais, alguns chegaram a convidá-la para conferências e até pediram que revisasse alguns documentos. Outros “amigos”, empregados em grandes empresas como a Lockheed Martin e na Google, chegaram a aventar possíveis contratações.

Se fosse sério

Se Robin fosse um espião, um agente externo, ela teria acesso a um volume grande de informações bastante úteis, diz Ryan. Na próxima semana, Ryan deverá apresentar os resultados do experimento durante a BlackHat Security Conference, em Las Vegas. Seguem trechos da entrevista concedida à Computerworld:

Computerworld: O que o motivou a fazer essa experiência?

Thomas Ryan: O motivo mais forte foi toda essa conversa sobre a guerra e espionagem digital, as coerências e as incoerências sobre esses assuntos. Eu estava interessado em ver quanta informação é possível extrair das pessoas via redes sociais. Também queria saber quem são as pessoas mais suscetíveis a clicar em algo que não conhecem direito. Me interessava saber com que velocidade um fenômeno desses se alastra. Pude descobrir que usar os nomes do MIT e das escolas preparatórias que freqüentei era uma boa maneira. Se as pessoas não lembrarem de você, não clicam. Então, é mais difícil entrar nesses círculos do que nos grupos de informação e segurança.

CW: E quantas conexões Robin conseguiu fazer?

T.R.: No Facebook, 226; no LInkedIn, 206; seguidores do Twitter, Robin conseguiu 204. As conexões do Facebook eram predominantemente militares e agentes de segurança; no LinkedIn, os contatos eram agentes de segurança e de inteligência. Os seguidores de Robin no Twitter eram, na maioria, hackers.

CW: E de onde surgiu a aproximação? Robin foi atrás de contatos ou deixou que estes viessem até ela?

T.R.: Foi um pouco dos dois. No começo, eu me aproximei de algumas pessoas. na maioria agentes de segurança. São eles que têm a maioria dos contatos. Essas pessoas costumam ser bastante abertas e muito sociáveis.

CW: Que tipo de informação foi possível obter via essas conexões?

T.R.: De todo tipo. Desde endereços de email até dados bancários. Eu vi os padrões de amizades que existiam. Os perfis do LinkedIn, por exemplo, apresentam mais contatos de negócios recentes.

CW: Por que você acredita que Robin fez tanto sucesso?

T.R.: Por ser bonita. Isso ajuda muito.

CW: E a maioria dos contatos era de homens?

T.R.: Sim. A relação era 82% de homens e 18% mulheres. Entre as mulheres, a maioria vinha do segmento de segurança, fazia promoções dos eventos e das conferências.

CW: Você acredita que uma figura masculina pudesse fazer tanto sucesso na rede?

T.R.: Depende de como é apresentado.

CW: Qual foi a providência tomada pelo Facebook ao ver que seu personagem não era real?

T.R.: Eles deletaram minha página pessoal e a da Robin. Disseram que devido “a questões de segurança”, eu não seria mais autorizado a usar o Facebook. O LinkedIn deletou minha pagina, mas, uma cópia em cachê ainda existe no Google.

CW: E qual é a grande descoberta do projeto?

T.R.: É que não se deve adicionar quem não se conhece. A mesma tática foi usada para se infiltrar em uma base secreta israelense. As pessoas da base eram as únicas em uma página particular do Facebook. Houve quem tivesse conseguido entrar para o grupo e receber informações sigilosas.

CW: Mais algum comentário?

T.R.: Jamais consegui estabelecer qualquer relação com pessoas da CIA ou do FBI. Eu bem que tentei. Quando o experimento estava chegando ao fim, percebi um aumento incrível de pessoas do Oriente Médio acessando a página de Robin, na busca por informações do governo e dos sistemas. Não que eu tenha ficado assustado, mas é difícil ignorar uma coisa dessas.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/07/22/personagem-ficticio-do-facebook-consegue-informacoes-de-seguranca-e-desmascara-experts/

Hacker que invadiu contas de Obama e Britney no Twitter é condenado

Category : Segurança, Twitter

A justiça da França condenou na  noite desta quinta-feira (24) a cinco meses de liberdade condicional o jovem francês acusado de invadir as contas do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e da cantora Britney Spears, em 2009.

François Cousteix, de 23 anos, mostrou-se aliviado com a pena e não apelará da decisão do Tribunal de Clemont-Ferrand.

A sentença, no entanto, é mais dura que a solicitada pelo Ministério Fiscal, que havia pedido apenas dois meses de pena por um delito que poderia ter custado até dois anos de prisão ao hacker. Cousteix também invadiu a conta de Evan Williams, criador do Twitter.

O jovem, que tem diploma de formação profissional em Eletrônica, se defendeu diante do Tribunal alegando que não tinha destruído nada e que seu delito foi uma “ação preventiva para alertar os internautas” sobre a escolha de suas senhas de acesso.

Em algumas ocasiões, não é necessário hackear a conta na rede social, basta fingir que se esqueceu da senha e responder a uma pergunta de segurança, que pode ser tão óbvia como a cidade de nascimento do titular ou o nome de seu animal de estimação.

Cousteix foi detido em 24 de março deste ano pelas polícias francesa e americana especializadas em crimes na internet.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2010/06/hacker-que-invadiu-conta-de-obama-e-britney-no-twitter-e-condenado.html

Hackers usam códigos Javascript para atacar usuários do Twitter

Category : Segurança, Twitter

Assuntos como Copa do Mundo e conflitos na Faixa de Gaza são iscas para instalar spywares e trojans no computador do internauta.

A Trend Micro identificou uma ameaça potencialmente perigosa que utiliza código Javascript para prejudicar usuários do Twitter. É a primeira vez que tal estratégia é utilizada, especificamente, contra os membros do microblog.

Segundo a empresa de segurança digital, o ataque, basicamente, é uma adaptação dos phishings presentes em mensagens eletrônicas, alternativa muito popular entre criminosos virtuais nos últimos anos. Segundo Rik Ferguson, da equipe de pesquisa da Trend, tanto documentos em PDF quanto arquivos executáveis estão sendo usados como isca para enganar os internautas.

“O programa espião, ao ser instalado na máquina, procura baixar outros malwares. Estamos investigando”, afirmou.

Para convencer os usuários a clicar no link infectado, os hackers se aproveitam dos assuntos que se encontram em destaque no cenário mundial. Em junho, por exemplo, os problemas na Faixa de Gaza e a Copa do Mundo foram os eleitos.

A precaução que os usuários da rede social devem ter não difere da postura recomendada para outros ambientes da internet: “O melhor é não clicar em links enviados por pessoas desconhecidas, nunca se sabe o que há no endereço de destino. Essa não é a primeira ameaça no Twitter e, com certeza, não será a última”, conclui Ferguson.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/06/17/hackers-usam-codigos-javascript-para-atacar-usuarios-do-twitter/

Em 2010, redobre os cuidados com o encurtamento de URLs no Twitter

Category : Malwares, Segurança, Twitter

Essa é uma das modalidades de ameaças virtuais que devem ser mais utilizadas por criminosos virtuais, segundo a Symantec.

As tendências para 2010 no que se refere às ameaças virtuais passam pelo aumento no número de ocorrências com softwares fraudulentos, infecção de serviços de encurtamento de URLs – recurso muito utilizado no Twitter para compactar endereços de internet -, spams em serviços de comunicação instantânea em vários idiomas, incluindo o português.

Os perigos digitais também envolvem o que os especialistas chamam de malware especializado, que pode ser entendido como o uso de códigos maliciosos destinados a serviços específicos, como smartphones e caixa eletrônicos.

Esse é o resumo do cenário que a empresa de segurança Symantec projeta para o próximo ano.

Muitas das ameaças já são conhecidas. O que chama atenção da companhia é a sofisticação e a perspectiva de aumento no número de determinadas ocorrências.

“O uso de URLs mascaradas vai crescer, porque envolve uma grande utilização por parte das pessoas.  A intenção é enganar o usuário ao fazê-lo pensar que irá acessar determinado site, quando na verdade ele será direcionado para um local infectado”, afirma o diretor de engenharia da Symantec, Paulo Vendramini.

“Outra modalidade que merece atenção é o uso de softwares fraudulentos. Nesse caso, os criminosos vendem programas que pretensamente são de segurança, mas que tem o objetivo real de roubar senhas e outros dados do usuário“, diz.

“Deve-se observar que há uma especialização no perfil das ameaças. Assim, códigos maliciosos para smartphones também se mostram comuns gora”.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/25/em-2010-tome-cuidado-com-servicos-de-encurtamento-de-urls-e-softwares-fraudulentos/

O que você precisa saber sobre segurança nas redes sociais

Category : Facebook, Segurança, Twitter

Você se sente seguro ao navegar por sites de mídia social? Caso tenha respondido que não, saiba que não está sozinho.

Você ou alguém dentro de sua empresa participa de redes sociais e as acessa por meio da infraestrutura de tecnologia da informação do trabalho? Sente-se seguro com esse tipo de acesso? Se você disse que não, saiba que não está sozinho.De acordo com pesquisa da empresa de segurança Sophos, divulgada no começo de maio, 63% das corporações do mundo têm medo de que as comunidades de web 2.0 tragam riscos de segurança às infraestruturas corporativas.

Apesar disso, boa parte das companhias permite acesso total a ferramentas colaborativas. A análise mostra que 43% delas dão possibilidade de uso do Facebook, 50% do Twitter, 49% do MySpace e 52% do LinkedIn.

Para o vice-presidente para a América Latina e o Caribe da empresa de segurança Kaspersky, Alejandro Stetson, os usuários confiam demais nos conteúdos que visualizam nessas redes e não tomam cuidados básicos. “Mesmo em comunidades mais específicas, como o LinkedIn, a atenção deve ser redobrada. Os profissionais de tecnologia da informação têm toda razão em se preocupar com acessos a esse tipo de site”, afirma.

Links

As ameaças podem vir das mais diversas fontes, desde ataques gerais, com links para códigos maliciosos, até ações mais direcionadas, voltadas a atingir determinadas empresas. É importante ter em mente que os criminosos estão cada vez mais sofisticados e especializados em enganar funcionários com mensagens aparentemente inofensivas e até por meio de engenharia social.

Outro exemplo dos males que as redes podem trazer é o Twitter. A ferramenta passou por uma situação que expôs todo o seu risco. Um cracker explorou uma vulnerabilidade na ferramenta para rodar uma aplicação em Java Script que infectava o perfil e o computador de quem os acessava. “Com isso, o usuário ficava exposto ao sequestro de browser, podendo receber arquivos maliciosos e, por consequência, colocar o ambiente corporativo sob grande risco”, relata Gabriel Menegatti, diretor de tecnologia da empresa de segurança F-Secure.

Diante disso, o departamento de tecnologia pode ter duas atitudes: bloquear o acesso às ferramentas ou utilizar meios de proteger a infraestrutura da empresa com ações de conscientização e monitoramento constante da rede. Em ambientes em que as redes sociais são importantes para o trabalho, o bloqueio não é uma opção. Resta seguir à risca as melhores práticas da segurança corporativa e implantar uma cultura entre os usuários.

Gerenciamento

Para Denny Roger, especialista em segurança da empresa da área Safenet, não dá para prescindir de um bom gerenciamento de antivírus, firewall e outras soluções que evitam a entrada de malwares na empresa. “O que deveria ser feito com mais constância e que poucas empresas fazem é um processo diário de análise das vulnerabilidades e dos riscos e como esses elementos podem afetar a infraestrutura da corporação”, afirma.

Disseminar a cultura de segurança é algo um pouco mais complexo, já que não depende de técnicos e sim de ações educativas constantes. Segundo Marcos Prado, gerente de canais da Websense, a melhor forma de começar não é necessariamente falando de riscos técnicos, mas divulgando as maneiras mais seguras de se transmitir informações. “A abordagem de segurança das companhias deve estar cada vez menos centrada em detalhes de infraestrutura e mais concentrada em um tratamento adequado das informações”, atesta.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/09/18/o-que-voce-precisa-saber-sobre-seguranca-nas-redes-sociais/

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