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Web 2.0: política de uso deve ser formulada por toda a empresa

Category : Segurança

Para especialista, responsabilidade sobre políticas de acesso devem ser de comitês interdisciplinares e do departamento de Recursos Humanos.

Empresas devem criar comitês interdisciplinares para identificar as necessidades de comunicação de cada departamento e, então, definir quais ferramentas da Web 2.0 devem ser liberadas – ou bloqueadas – para os funcionários durante o expediente. A afirmação foi feita pelo especialista em segurança da informação e sócio da consultoria sobre o mesmo tema EPSEC, Denny Roger, o qual defende que o CIO não deve assumir a responsabilidade de definir os níveis de acesso dos usuários aos conteúdos da internet.

Segundo ele, representantes de todas as áreas da companhia devem avaliar riscos e vantagens que redes sociais, comunicadores instantâneos e blogs podem trazer ao negócio – e, consequentemente, liberar ou bloquear acesso.

“O departamento de vendas, por exemplo, pode ser muito beneficiado pela participação em comunidades online”, diz Roger. O consultor explica, no entanto, que para evitar conflitos interpessoais que prejudicam o clima organizacional, não se pode estabelecer regras diferentes para cada área do negócio. “Por isso a discussão é válida, para que todos apresentem suas opiniões e a decisão seja tomada de forma equilibrada, com normas comuns a toda a empresa”, afirma ele.

Definidas as diretrizes em relação ao acesso à Web, é papel do departamento de recursos humanos criar um código de conduta formal para ser seguido pelos colaboradores da companhia. “O RH deve documentar o código de ética corporativo e as punições que serão aplicadas no caso de descumprimento de tal regulamento”, afirma Roger, que complementa: “Sem regras claras e conhecimento sobre as ferramentas Web, usuários não sabem o que podem ou não fazer na internet.”

De acordo com o especialista, a área de TI tem apenas a função de executar as ações que possibilitarão ou bloquearão acessos. O nível de liberdade dos funcionários reflete a cultura corporativa e é muito problemático para o CIO assumir a responsabilidade de definí-lo. “A decisão deve ser coletiva e encarada como uma política de gestão de pessoas e recursos humanos”, conclui Denny Roger.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/seguranca/2009/08/26/web-2-0-politica-de-uso-deve-ser-formulada-por-toda-a-empresa/

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Obama vai nomear especialista para cuidar da segurança digital dos EUA

Category : Segurança

A infraestrutura digital dos Estados Unidos está sob grave ameaça de uma série de ataques e precisa ser protegida. O presidente Barack Obama disse esta manhã em uma entrevista coletiva quais são suas propostas para segurança dos ciberespaço feitas pela administração de seu governo.

O presidente anunciou também a criação de um cargo para coordenar a cibersegurança da Casa Branca. Quem ocupar o cargo será responsável pela supervisão de uma estratégia nacional para proteger os interesses americanos no universo virtual.

“O futuro coordenador será responsável pela integração de todas as políticas de segurança cibernética do governo, e essa pessoa será escolhida pelo presidente”, disse Obama.

Ele descreveu a ideia como uma tentativa de oferecer um alto nível de segurança cibernética ao governo, bases militares e ao setor privado – principais alvos de ataques de crackers, disse o presidente.

“Não estamos tão preparados como deveríamos estar”, afirmou Obama, salientando que atualmente ninguém é responsável pela supervisão da cibersegurança do governo dos EUA. “Esta situação já não é aceitável”, disse.

Reforçando a segurança nacional, Obama observou que as agências de defesa estão recebendo frequentes ataques. Ele lembrou de um malware que infectou os computadores do Departamento de Defesa no ano passado.

Ele também lembrou que a sua própria campanha presidencial online foi atacada no ano passado.

Os planos de Obama são baseados em uma pesquisa de governo realizada pela antiga administração de Melissa Hathaway, chefe de gabinete nomeada por Bush para dirigir o espaço virtual.

O novo coordenador será um membro do Conselho de Segurança Nacional, que será encarregado de relatar a situação da proteção tanto para a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) quanto para o conselho econômico da Casa Branca. A meta é ter alguém com acesso direto ao presidente para discutir os planos de cibersegurança e estudar mudanças em todos os órgãos governamentais, se necessário.

Obama reforçou que seus esforços para aumentar a segurança cibernética são para evitar espionagens na comunicação pela internet.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/05/29/obama-vai-nomear-especialista-para-cuidar-da-seguranca-digital-dos-eua/

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